RECONSTRUÇÃO TOTAL DE MAXILA UTILIZANDO A ASSOCIAÇÃO DE ENXERTO AUTÓGENO E XENÓGENO

  • Milkle Bruno Pessoa Santos CESMAC

Resumo

A maxila juntamente com a mandíbula, trabalham na mastigação, deglutição, fonação e respiração. As perdas ósseas da maxila ocorrem devido a traumas, tumores e hipotrofia por desuso. A ausência de dentes acarreta na absorção dos ossos alveolares, provocando deformidade estética e funcional. Contudo, a reconstrução da maxila envolve o restabelecimento da base óssea e em seguida implante de dentes artificiais. Entre os materiais, o osso autógeno é considerado o padrão-ouro. Além de atuar como um importante material osteogênico e osteoindutor, possui propriedade osteocondutora devido à liberação dos fatores de crescimento durante a cicatrização. Os enxertos xenógenos, por outro lado, representam uma nova alternativa em substituição ao osso autógeno. De forma particulada, esse tipo de enxerto constitui um material bastante consagrado na literatura. Sob o formato de blocos, são utilizados para aumentos verticais e horizontais em áreas de grandes perdas ósseas, possuindo como vantagens: maior disponibilidade do material em quantidade e a não abordagem de um segundo sítio cirúrgico para remoção do bloco, tornando assim o procedimento menos invasivo e com menos riscos biológicos inerentes aos enxertos homólogos. A escolha entre as diversas opções de tratamento dependerá da lesão, do paciente e da necessidade de tratamentos complementares .Este trabalho tem como proposta expor o caso clínico de um paciente apresentando reconstrução total de maxila utilizando a associação de enxerto autógeno e xenógeno. 
Publicado
Nov 12, 2015
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PESSOA SANTOS, Milkle Bruno. RECONSTRUÇÃO TOTAL DE MAXILA UTILIZANDO A ASSOCIAÇÃO DE ENXERTO AUTÓGENO E XENÓGENO. REVISTA INCELÊNCIAS, [S.l.], v. 5, n. 1, nov. 2015. ISSN 2178-0935. Disponível em: <http://revistas.cesmac.edu.br/index.php/incelencias/article/view/402>. Acesso em: 16 dez. 2018.