Os Entraves do Processo Ensino-Aprendizagem da Disciplina de Física no Ensino Médio

  • Sidney Jorge do Nascimento da Silva Sistema Organizacional de Ensino Modular
Palavras-chave: Física. Ensino Médio. Entraves. Inovação.

Resumo

O artigo de revisão aborda os entraves do processo ensino-aprendizagem da disciplina de física no ensino médio através do uso da metodologia de pesquisa bibliográfica, de natureza descritiva e abordagem qualitativa. Os resultados abordaram teorias educacionais que enfatizam em seu bojo as atuais características da disciplina Física no Ensino médio brasileiro, e sua interação no processo ensino e aprendizagem. Concluiu-se que a física constitui um dos componentes curriculares que compõem o ensino médio, explorando conteúdos que envolvem interpretações e cálculos matemáticos, estabelecendo às vezes determinados entraves na relação do processo ensino-aprendizagem. O processo ensino aprendizagem de Física no Ensino Médio está aquém do esperado por diversos fatores como a incapacidade da escola se adequar à modernidade das propostas educativas de ensino, e também dotar-se de recursos tecnológicos presente no contexto social e cultural dos alunos e dos professores e da sociedade como um todo, que poderiam facilitar a assimilação dos conteúdos de forma lúdica, prazerosa, interessante e promotora da busca pelo conhecimento.

 

Biografia do Autor

Sidney Jorge do Nascimento da Silva, Sistema Organizacional de Ensino Modular

Mestre em Ciências da Educação, Especialista em Matemática Superior, Graduado em Ciências com habilitação em Física, Professor da Rede Pública, trabalhando no Sistema Organizacional de Ensino Modular.

Referências

ASSUNÇÃO, E. E.; COELHO, J. M. T. Problemas de Aprendizagem. 3. ed. São Paulo: Ática, 1996.
BARBOSA, José Juvêncio. Alfabetização e Leitura. São Paulo: Cortez, 1994.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Brasília: Ministério da Educação, 2012.
BRASIL. Ministério da Educação. PCN+Ensino Médio: Orientações Educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias./ Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Brasília: MEC: SEMTEC. (2002).
BRITO, Carlos Eduardo Costa de; NOLASCO, Diego. O. A Física dos filmes de Hollywood: Seria essa uma fonte segura de conhecimento? 2011. 20 f. TCC (Graduação) – Curso de Física, Universidade Católica de Brasília, Brasília, 2011.
CAPOVILLA, A. G. S. Problemas de Leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. São Paulo: Memnon, 2000.
CONDERMARIN, M.; CHADWICCK, M. A escrita crítica e formal. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.
FERREIRO, Emilia. Psicogênese da Língua Escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 15ª ed. São Paulo: Atlas, 2018.
GONZALEZ, Jimenez E. J. Um estudo comparativo entre o nível de leitura dos processos fonéticos subjacentes e as dificuldades de leitura em uma ortografia transparente. Leitura e Escrita, Rio de Janeiro, V. 9, n. 1, p. 23-40, 1997.
GREIS, Luciano Kercher; REATEGUI, Eliseo. Um simulador educacional para disciplina de física em mundos virtuais. CINTED-UFRGS Novas Tecnologias na Educação, V. 8 Nº 2, julho, 2010.
JOSÉ, E. A.; COELHO, M. T. Problemas de aprendizagem. São Paulo: Ática, 2002.
LIMA, Luís Gomes de; CORRALLO, Márcio Vinicius. Trinta anos de física também é cultura: apresentação de estratégias didáticas para o ensino da interface física-literatura por meio de indicadores. XXIII Simpósio Nacional de Ensino de Física – SNEF, 2019.
MARCELO Humberto França; SOUSA Paula F. F. de. Subjetividade dos saberes de um professor de Matemática: elementos para uma percepção com respeito ao ensino da Física. Anais XI ENPEC Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 3 a 6 de julho de 2017.
MASINI, E. F. S. Aprendizagem totalizante Informativo ABD, São Paulo: Associação Brasileira de Dislexia, ano 2, n. 9, 1984.
MOURA, Fábio Andrade de. Ensino de Física por Investigação: Uma Proposta para o Ensino de Empuxo para alunos do Ensino Médio. 2018. 98 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Mestrado Profissional em Ensino de Física, Faculdade de Física, Universidade Federal do Pará, Belém, 2018.
MOURA, Fábio Andrade de; MANDARINO, Pedro Henrique Pastana. Ensino de Física por Investigação: relato de caso sobre uma sequência didática de aulas experimentais no ensino de empuxo. Campina Grande: Editora Realize, 2017.
PIASSI, Luís Paulo de Carvalho. Interfaces didáticas entre cinema e ciência. São Paulo: Livraria da Física, 2013.
PONTES, Edel Alexandre Silva. Modelo de ensino e aprendizagem de matemática baseado em resolução de problemas através de uma situação-problema. Revista Sítio Novo, v. 2, n. 2, p. 44-56, 2018.
PONTES, Edel Alexandre Silva. O PROFESSOR ENSINA E O ALUNO APRENDE: QUESTÕES TEÓRICAS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA. RACE-Revista de Administração do Cesmac, v. 4, p. 111-124, 2019.
ROSA, Cleci Werner da; ROSA, Álvaro Becker da. Ensino de Física: objetivos e imposições no ensino médio. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, v. 4, n. 1, 2005.
SILVA, Heitor Felipe da, CARVALHO, Ana Beatriz Gomes Pimenta de. Letramento científico nas aulas de física: um desafio para o ensino médio. Revista Redin, v. 6, n. 1, 2017.
SOUZA, R.F. Ciência e moral na escola primária: um projeto a favor da ordem e da construção da reação brasileira. Araraquara: FCL/UNESP, 1998.
TERRAZZAN, Eduardo Adolfo. A inserção da física moderna e contemporânea no ensino de Física na escola de 2º grau. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, v. 9, n. 3, p. 1-59, 1994.
VILLANI, Carlos Eduardo Porto; NASCIMENTO, Silvania Sousa do. A argumentação e o ensino de ciências: uma atividade experimental no laboratório didático de física do ensino médio. Investigações em Ensino de Ciências, v. 8, n. 3, p. 187-209, 2003.
Publicado
2020-09-21