A INFLUÊNCIA DA AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

  • Silmara Hepfener
  • Hélder Henrique Jacovetti Gasperoto
Palavras-chave: Afetividade, Desenvolvimento, Educação Infantil

Resumo

O presente trabalho tem como objeto de estudo a influência da afetividade no desenvolvimento da criança na Educação Infantil. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, fundamenta na revisão literária das teorias de aprendizagem de Piaget, Vygotsky e Wallon, em que pretende fazer uma reflexão entre a afetividade e o aprendizado. O que se questiona é se os vínculos afetivos estabelecidos desde a primeira infância influenciam na construção e no desenvolvimento do indivíduo, propiciando ferramentas fundamentais a aquisição e a continuidade do aprendizado. Além disso, questionamos: como a afetividade pode contribuir? As primeiras leituras demonstram, até aqui, que a afetividade aliada às técnicas de aprendizagem, além de impulsionar à construção do conhecimento, contribui, não só, para o desenvolvimento cognitivo, motor, mas na criança em sua totalidade.

 

Referências

CUNHA, A.E. Afeto e Aprendizagem, relação de amorosidade e saber na prática pedagógica. Rio De Janeiro: WACK, 2008.
DANTAS, H. A Afetividade e a Construção do Sujeito na Psicogenética de Wallon. São Paulo: Summus, 1992
FERREIRA, A. B. H. Novo Aurélio XXI: o dicionário da Língua Portuguesa. 3o ed. Totalmente revista e ampliada. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
FREIRE, J.B. Educação de Corpo Inteiro: Teoria da Prática da Educação Física. São Paulo: Scipione,1997.
GARCIA, J.N. Manual das dificuldades de aprendizagem: Linguagem, leitura, escrita e matemática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
LEITE L, TAGLIAFERRO. S. A. da S. A. R.A AFETIVIDADE NA SALA DE AULA: UM
PROFESSOR INESQUECÍVEL. Psicologia Escolar e Educacional, 2005 Volume 9 Número 247-260. 1996.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez Editora, 1994.
PIAGET, J. Biologia e Conhecimento. 2o ed. São Paulo, SP: Vozes. 1996
PIAGET, J. Problemas de Psicologia Genética. In: _________. Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1983.
SALTINI, C. J. P. Afetividade e inteligência. Rio de Janeiro: DP & A, 1999.
SALTINI, C. J. P. Afetividade e inteligência. 5º ed.- Rio de Janeiro: Wak Ed., 2008.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22o ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez, 2002.
SOUZA, D. T.R, Afetividade na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 2003.
TASSONI. E. M., AFETIVIDADE E APRENDIZAGEM: A RELAÇÃO PROFESSORALUNO. Universidade Estadual de Campinas. Disponível em:
http://www.anped.org.br/reunioes/23/textos/2019. PDF. Acessado em :30/04/2018.
WEISS, M. L. L. Psicopedagogia Clínica: uma visão diagnóstica. Porto Alegre: Artes Médica, 1994.
WEISS, M. L. L. Psicopedagogia Clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 9o ed. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2002.
VYGOTSKY, L. S. A formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes. 1994
VYGOTSKY, L. S. Psicologia pedagógica. Porto Alegre: Artmed, 2003.
WALLON, H. Do Ato ao Pensamento. São Paulo: Editora Vozes, 2008
WALLON, H. [1941]. A evolução psicológica da criança. São Paulo: Martins Fontes, Rev. 2007.
http://www.avm.edu.br/monopdfSANTANAfernandapereirade.pdf/artigo Afetividade e Educação, 2004.
http://www.avm.edu.br/docpdf/monografias_publicadas/posdistancia/44661.pdf-O Papel das relações professor-aluno no processo de ensinar e aprender. 2009, p.20. COSTA, Márcia dos Santos.
Publicado
2019-08-18