ANGUSTIA EXISTENCIAL EN LA ADOLESCENCIA

Libertad, Elección y Responsabilidad

Autores/as

  • Eraldo Carlos Batista Universidade Estadual de Mato Grosso - UNEMAT

Palabras clave:

Angústia; Existencialismo; Adolescência.

Resumen

RESUMEN: La angustia existencial en la adolescencia es una experiencia común, resultante de la necesidad de lidiar con cuestiones sobre el sentido de la vida, la identidad, el propósito y la transición a la vida adulta. Es una fase marcada por cambios biológicos, psicológicos y sociales que pueden generar dudas e inseguridades. El objetivo de este artículo fue analizar la presencia del estado de angustia manifestado en los adolescentes desde la perspectiva existencialista. Diversos factores pueden desencadenar una crisis existencial en el adolescente, como, por ejemplo, el miedo a tomar decisiones importantes y responsabilizarse por las consecuencias; y la duda sobre el futuro, la vida y los valores personales. La angustia puede llevar al adolescente a un estado de incertidumbre y reflexión profunda, y estas dudas pueden verse exacerbadas por cambios significativos en la vida, como la transición a la vida adulta. Además, la angustia existencial puede ser desencadenada por pensamientos sobre la muerte de seres queridos u otros episodios, lo que puede llevar al adolescente a pensar en la finitud de la vida. Se concluye que la angustia existencial puede ser vista como un proceso natural y, a menudo, necesario, que incentiva el autoconocimiento y la madurez emocional.

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Biografía del autor/a

Eraldo Carlos Batista, Universidade Estadual de Mato Grosso - UNEMAT

Doutorando em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica - PUC/RS, Mestre em Psicologia pela Fundação Universidade Federal de Rondônia - UNIR, Especialist em Saúde Mental pela Universidade Católica Dom Bosco - UCDB, Professor do Departamento de Psicologia da FAEST - Faculdade de Educação Superior de Tangará da Serra

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Publicado

2026-07-02

Cómo citar

Batista, E. C. (2026). ANGUSTIA EXISTENCIAL EN LA ADOLESCENCIA: Libertad, Elección y Responsabilidad. Revista Psicologia & Saberes, 15(1). Recuperado a partir de https://revistas.cesmac.edu.br/psicologia/article/view/1936